Espelhos Mágicos

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.”  (Gênesis 1: 26)

Todos os dias, é inevitável passarmos por um espelho e pararmos para ajeitar alguma coisa que esteja desajeitada em nossa aparência. Parece automático, pois sempre que vemos um refletor de nossa imagem  observamos cada detalhe, até os que menos nos agradam. A partir disto, cuidamos de cada parte de nossa aparência de acordo como nos sentimos confortáveis e melhores.

Muitas vezes, preocupados com as coisas da vida, com nossos prazeres e afazeres. Deixamos de lado o mais importante que é Cristo. Será que nós o temos refletido? Ou nossas vidas se baseiam em nossos próprios interesses?

No mundo atual, é comum vermos disputas pelo poder e interesses próprios em que cada pessoa é responsável por tentar ser/parecer melhor que os outros . Nisto, constatamos a presença maciça dos “espelhos mágicos”, estes, por sua vez, estão distribuídos nas mãos das pessoas em que passam a verem somente a si mesmos. Desta forma, as pessoas cada vez mais se afastam de Deus deturpando a imagem dEle em suas vidas, deixando de lado Jesus Cristo que “estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.” (Jo 1: 2 e 3), pelo qual fomos feitos imagem e semelhança. Por este motivo, muitas igrejas estão baseadas em costumes pautados em interesses egoístas e doutrinas discrepantes do amor de Cristo.

A partir de nossa sociedade cada vez mais individualista, temos vivido muitas vezes como fariseus, os quais eram cuidadosos com o que demonstravam para o povo, porém desagradavam a Deus por presarem mais pela “aparência” de santidade que pelo o amor. Um dos fatos que comprovamos isto foi o famoso episódio em que Jesus ao ver um homem com a mão mirrada o curou no dia de sábado: “E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?”  (Mateus 12 : 10).  Esses religiosos estavam mais preocupados em manter sua aparência e criticar nosso Mestre, não se importando nenhum pouco com o homem que precisava da cura. “E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.”  (Lucas 13 : 14).

Ao vermos uma situação dessa, ficamos impressionados com a hipocrisia dos religiosos daquela época, entretanto nunca paramos para pensar que estamos, muitas vezes, no mesmo erro deles. Nesse sentido, podemos perceber vários problemas de nossos “espelhos mágicos”, eles apenas nos refletem em nosso individualismo, e é a partir de Jesus que temos que buscar nossa inspiração. A partir disto apresentaremos alguns problemas que são solucionados quando passamos a refletir Cristo em nossas vidas.

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